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Conheça a história do movimento empresa Júnior

Conheça a história do movimento empresa Júnior


A criação e elaboração da primeira Empresa Júnior deu-se, na França em 1967, através da necessidade dos alunos da Escola Superior de Ciências Econômicas e Comerciais (ESSEC — L’ÉcoleSupérieuredesSciencesEconomiques et Commerciales) obterem uma vivência profissional fora do ambiente acadêmico, visto que não obtinham a real visão de como se comportava o mercado na época e a experiência necessária que o mesmo exigia, apenas com projetos e trabalhos dentro de sala de aula. Com o intuito de atingir esse esperado conhecimento, os alunos pensaram em uma solução em que pudessem obter essa bagagem ainda na graduação, tendo contato com projetos e clientes reais, com qualidade e seu maior atrativo, o preço; assim, surgiu-se a Junior ESSEC Conseil, a primeira empresa júnior da História.


Mas afinal, o que é uma empresa Júnior (EJ)?


Em poucas palavras, a empresa júnior é uma empresa legal, formada apenas por graduandos, sem fins lucrativos (o que justifica o preço abaixo do mercado em que a mesma está inserida), com o objetivo de oferecer aos seus membros uma vivência e experiência de não só projetos e clientes reais, mas também a saber trabalhar em equipe, liderar, aceitar e lidar com opiniões adversas, encarar prazos e muitos outros saberes que só um membro de EJ pode explicar.


Como foi a entrada das Empresas Juniores no Brasil?


Com a confiança da qualidade dos projetos cada vez mais consolidada no mercado Europeu, a ideia de sucesso chegou ao Brasil e, em 1988, foram fundadas as primeiras empresas juniores brasileiras, a EJFGV, Poli Júnior e a UFBA Jr, começando um movimento que se estende até os dias de hoje e fica cada vez mais forte. Com todo esse sucesso inovador em países da Europa, América, Ásia, foram sendo criadas federações ao redor do globo, Brasil Júnior, no caso do Brasil; dando início ao MEJ (Movimento Empresa Júnior), movimento presente no mundo todo, com o objetivo de incentivar o empreendedorismo ainda na graduação, não só criando um país mais empreendedor, mas também jovens com mais bagagem e pensamento crítico para lidar com o furioso mercado de trabalho.

Visto que o movimento tem ganhado cada vez mais força e confiança no mercado, é dever de cada um incentivar os ideias do MEJ na sociedade, principalmente ao se tratar da realidade brasileira, onde tem-se muito a evoluir e lapidar.

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